segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Astrônomos descobriram um buraco negro supermassivo que é 660 vezes maior que o Sol. Esta surpreendente descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade da Califórnia, utilizando dados de alta resolução a partir da Grande Matriz Milimétrica Atacama/submilimétrico (ALMA), no Chile.
A massa desse buraco negro supermassivo. no centro de uma galáxia elíptica, é enorme.


Os astrônomos determinaram a velocidade de um disco de gás molecular frio e da poeira que orbita nesse buraco negro supermassivo.

Eles descobriram que a massa do buraco negro gigante é 660 milhões de vezes maior do que o Sol. Um dos cientistas disse: “Esta é uma das medidas mais precisas da massa de um buraco negro em uma galáxia.”
Aaron Barth da UCI explicou: “Esta é a primeira vez que ALMA sondou o movimento orbital do gás molecular frio bem dentro da esfera de influência gravitacional de um buraco negro supermassivo. Estamos visualizando diretamente a região onde o gás frio está a responder à força gravitacional do buraco negro.”
A massa desse buraco negro foi determinada pelo gás molecular frio e da poeira que orbita em torno dele na galáxia NGC 1332.
Barth explicou ainda, “Para uma medição precisa, precisamos aumentar o zoom para o centro de uma galáxia, onde a força gravitacional do buraco negro é a força dominante.
ALMA observa o comprimento de onda em que as moléculas brilham intensamente.
NGC 1332 é uma galáxia elíptica gigante no céu do sul, 73 milhões de anos-luz da Terra.
Um dos cientistas explicou: “Cerca de uma em cada 10 galáxias elípticas contêm discos de gás molecular frio e poeira que orbitam seus centros.”

Astrônomos usam o efeito de Doppler para mapear o movimento do gás circundante de cada buraco negro.

Neste caso, astrônomos estudaram ondas de rádio emitidas a partir de moléculas de monóxido de carbono.
As emissões causadas devido as moléculas de CO são geralmente claras e, portanto, podem ser facilmente detectadas por ALMA.
Este estudo já está publicado no Astrophysical Journal Letters.
Benjamin Boizelle da UCI explicou: “Esta observação demonstra uma técnica que pode ser aplicada em muitas outras galáxias para medir as massas dos buracos negros supermassivos com uma precisão notável.”
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